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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Porreiro Pá...


O “Estudo sobre a Pobreza na Região Norte de Portugal”, elaborado pelo Centro de Estatística da Associação Nacional das PME e pela Universidade Fernando Pessoa para a Comissão Europeia, indica que a região Norte está entre as 30 mais pobres das 254 regiões da UE-25, enquanto Trás-os-Montes é classificada como a Sub-Região mais pobre da UE-27.

Segundo o mesmo documento, enquanto em 2005/06 havia cerca de 693 000 pobres no Norte do país, em 2009, existia cerca de um milhão, “resultado do encerramento de muitas unidades fabris e da falência de outras empresas que levaram ao despedimento de milhares de trabalhadores com a consequente redução dos seus rendimentos”.


Em declarações à Renascença, o Presidente da Associação Nacional das PME garante que não produziu qualquer efeito prático a aplicação na região, desde o início da década até 2006, de mais de 7 mil milhões de euros comunitários para combater a pobreza.

Fernando Augusto Morais sublinha que “esta região cresceu zero”. O líder da associação pergunta para onde foi o dinheiro e pede a intervenção do Tribunal de Contas.

"O dinheiro investido não atingiu os objectivos", resumiu Fernando Augusto Morais, criticando o "desperdício".

O estudo refere que, apesar de a Região Norte ser a mais pobre do país, é na Área Metropolitana do Porto que se encontram as duas maiores fortunas nacionais (Américo Amorim e Belmiro de Azevedo), bem como empresas líderes sectoriais e mundiais, como a RAR e a CIN, a maior associação de grandes empresas do país (AEP) e a maior associação de jovens empresários (ANJE).

O documento questiona ainda a abertura de cinco novos centros comerciais numa região onde existem já 25 destas grandes superfícies, o que "prejudicará o comércio tradicional, bem como o crescimento e o emprego".

O relatório foi requerido pela Comissão Europeia no âmbito da consulta com vista à designação, em 2012, do Ano Europeu da Solidariedade entre gerações.

Renascença

Este país vai de mal a pior, depois de ver que este governo investe 35% do seu orçamento única e exclusivamente para Lisboa, enquanto que os outros distritos não chegam aos 9%, agora vem este estudo comprovar que este governo anda a deriva e que de dia para dia fala de um país que não parece ser o nosso, onde o facilitismo e formatação( e não formação) dos seus jovens põe a prova uma política falhada. Numa sociedade onde já não existem valores, onde toda a gente faz o que lhe apetece e nada lhes acontece, com agravante de receber rendimento mínimo sem trabalhar, continuamos a dar abrigo a mandriões e a pessoas que não têm o direito de aqui estar que só dão despesa ao estado e que nada contribuem nem produzem(falo de chineses por ex)... depois de limpar as coisas, vamos então limpar a casa... Mas algo tem que mudar... JÁ!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Marcas de Confiança...


A revista Visão, a RTP e a rádio TSF são os meios de comunicação social com melhor reputação entre os portugueses, de acordo com o estudo que a Marktest vai lançar no final do mês.

Segundo a análise – que atribui uma pontuação de 0 a 100 em termos de reputação -, as marcas Visão e RTP foram as que obtiveram mais pontos, chegando aos 73 cada. Ainda assim, a revista ficou à frente na lista das marcas de media com melhor imagem, já que no ranking geral – que inclui marcas de todos os sectores – ocupa a 30ª posição. A RTP fica três lugares abaixo no ranking global – que coloca a Google como a marca em que os portugueses mais confiam -, enquanto a TSF, com 72 pontos, ficou na 36ª posição da lista completa.

O estudo, realizado este ano pela primeira vez, teve como base entrevistas feitas em Junho a 1.400 pessoas entre os 15 e os 64 anos e residentes em Portugal continental, tendo sido apurada uma lista global das marcas e dez específicas para os sectores de media, de automóvel, de telecomunicações, da indústria farmacêutica, entre outros.

Nos cinco melhores lugares deste ranking constam ainda a Rádio Comercial que, com 72 pontos, ficou no 40º lugar entre as marcas globais, e a SIC, com 71 pontos, a ocupar a 41ª posição. Das 17 marcas de órgãos de comunicação social que constam do ranking, duas são revistas (a Visão e a Sábado), nove são de jornais (Expresso, Jornal de Notícias, Público, DN, Diário Económico, Jornal de Negócios, Sol, i e Correio da Manhã), 3 são televisões (RTP, SIC e TVI) e as outras três são rádios (TSF, Comercial e RR).

O semanário Expresso é a primeira marca de jornais a aparecer na lista, obtendo um sexto lugar no ranking específico (42º no total) e ficando oito posições à frente do seu rival, o Sol. Este semanário é a 14ª marca de media com melhor reputação e a 102ª entre as marcas todas. Já entre os diários, a proximidade é maior, com o Jornal de Notícias no oitavo lugar, seguido do Público, DN, DE e Jornal de Negócios. Em termos globais, no entanto, a distância é mais significativa, com o JN a ficar no 48º lugar entre as marcas de maior confiança e o Jornal de Negócios, no 82º lugar.

A lista das 17 marcas de meios inclui ainda os jornais i e Correio da Manhã, tendo ambos obtidos 58 pontos. O último lugar é ocupado pelo Correio da Manhã que é, no entanto, o líder de vendas em Portugal. A 13ª posição da lista de 17 é ocupada pela Sábado, rival direta da Visão, mas que obteve menos 10 pontos e ficou a 30 lugares na lista completa. Também a TVI ficou longe das suas concorrentes, ocupando o 15º lugar entre os títulos com melhor reputação do sector dos media, mas o 104º entre a lista completa de marcas referidas.

O estudo completo da Marktest será apresentado no dia 21 deste mês, sendo que a empresa pretende tornar a análise num barómetro anual, lançando dados comparativos todos os primeiros semestres de cada ano.

Lista das marcas de media ***

Meio/ Pts / Ranking global

1. Visão 73 / 30

2. RTP 73 / 33

3. TSF 72 / 36

4. R.Comercial 72 / 40

5. SIC 71 / 41

6. Expresso 71/ 42

7. RR 71/ 43

8. J. Notícias 70/ 48

9. Público 69/ 58

10. DN 67/ 62

11. D. Económico 64 / 81

12. J. Negócios 64 / 82

13. Sábado 63 / 90

14. Sol 59 / 102

15. TVI 58 / 104

16. i 58 / 105

17. C. Manhã 58/ 106

Fonte: Marktest

(Lusa)

domingo, 8 de agosto de 2010

Se eles não foderem... tá tudo fudido!


Comportamento de sapos na sua fase de reprodução poderá ajudar a prever algo tão imprevisível como um sismo, segundo um estudo publicado hoje no Journal of Zoology por investigadores de universidades do Reino Unido.

O que os biólogos Rachel Grant da Open University e Tim Halliday, da universidade de Oxford sustentam é que os sapos comuns machos (Bufo bufo) exibem uma "alteração brutal no seu comportamento cinco dias antes de ocorrer um sismo".


Foi exactamente isso que eles verificaram na cidade italiana de Áquila, no dia 6 de Abril de 2009, quando observavam os sapos da região no seu ciclo reprodutivo, e se deu um sismo com a magnitude de 6,3 na escala de Richter, que fez 229 vítimas mortais na cidade.


Os resultados que registaram sugerem que "os sapos comuns Bufo bufo são capazes de prever acontecimentos sísmicos importantes e de adaptar o seu comportamento em consequência disso", dizem os autores.


Os dois biólogos estavam em trabalho de campo, observando os sapos a cerca de 70 quilómetros de Áquila naquela altura, e verificaram que cinco dias antes do sismo 96 por cento dos sapos machos alteraram o seu comportamento. Em vez de se manterem activos, como sempre fazem enquanto dura a época reprodutiva, ficaram inactivos e, nos três dias que antecederam o sismo, os biólogos não registaram acasalamentos. Fugas de gás radão do solo poderiam estar implicadas nesta situação.


DN.SAPO.PT



OU SEJA, PONHAM OS SAPOS EM LOCAIS ONDE POSSAM ACONTCER SISMO, SE ELES FODEREM NÃO HÁ SISMOS SE ELES NÃO FODEREM TÁ TUDO FUDIDO... =)

sábado, 17 de julho de 2010

Ser Cabeçudo Ajuda....


Ter uma cabeça grande pode ajudar a proteger contra piores casos de demência, segundo uma investigação.

Investigadores alemães descobriram que as pessoas com doença de Alzheimer, com crânios maiores, tinham melhor memória e capacidades cognitivas do que pacientes com cabeças de diâmetro menor.

A equipa da Universidade de Munique acredita que uma cabeça maior significa que há mais reservas cerebrais para combater a morte celular cerebral, relacionada com a demência.

As conclusões baseiam-se no estudo de 270 pacientes e foram publicadas no jornal Neurology.

Apesar do tamanho do crânio ser largamente determinado pela genética, os investigadores alegam que o estilo de vida pode ter impacto. Má nutrição ou doenças no início de vida, por exemplo, pode comprometer o seu crescimento.

SOL